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Ministério da Defesa informa que 73,2 mil militares receberam o auxílio emergencial indevidamente


O Ministério da Defesa informou que 73.242 militares das Forças Armadas receberam indevidamente o auxílio emergencial  de R$ 600. O benefício é destinado aos trabalhadores informais e autônomos de baixa renda, durante a crise causada pela pandemia do coronavírus.

A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) vai pedir uma auditoria sobre a concessão do auxílio. São militares da ativa, da reserva, pensionistas, dependentes e anistiados que fizeram o cadastro no aplicativo da Caixa Econômica Federal. O pagamento da segunda parcela será bloqueado automaticamente, informou a Defesa.

Em nota, a pasta informou que os comandos das três Forças (Aeronáutica, Marinha e Exército) abriram processo para investigar a participação de cada um de seus integrantes em possíveis irregularidades e que os valores recebidos de forma indevida serão devolvidos à União.

No texto, a pasta minimiza o envolvimento dos integrantes das Forças. Alega que parcela dos que recebem auxílio "pode ter interpretado equivocadamente as regras de recebimento do benefício".  

O argumento é que parte deles está inscrita no Cadastro Único do Ministério da Cidadania ou recebe Bolsa Família e, nestes casos, as pessoas se enquadram no requisito de renda estabelecido pela lei que criou o auxílio: renda mensal de até meio salário mínimo (R$ 522,50), ou a renda familiar total é de até três salários mínimos (R$ 3.135,00).

Blog Panorama Notícias

Fonte: O Globo 

 

 
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