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Presidente da ALPB revela que havia funcionários recebendo salários maiores do que de ministros


A redução das verbas de gabinetes na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) tem incomodado muitos deputados, sobretudo os de oposição, que acusam o presidente Adriano Galdino (PSB) de não estar aplicando as medidas de contenção de gastos nos seus colegas de bancada.

Em entrevista exclusiva à TV Diário do Sertão, Galdino negou que esteja sendo protecionista e disse que todos os parlamentarem foram atingidos, uns mais que outros a depender dos salários de funcionários e gastos de cada gabinete.

O presidente revelou que a folha de pagamento total da Casa (salários e despesas) estava maior que o duodécimo (orçamento) e que a gestão anterior usava parte do dinheiro destinado à construção da nova sede da ALPB para pagar despesas. Além disso, havia funcionários que recebiam salários maiores do que de ministros.

“Eu resolvi parar com essa situação. As despesas da Assembleia hoje são menores do que o duodécimo. Dei um corte geral de mais de um milhão e meio na folha. Com isso contrariou as pessoas que foram atingidas. É normal”, justificou.

“Eu estou trazendo agora o modelo administrativo da Câmara Federal. Estou pegando toda a experiência da Câmara Federal, num diálogo que estou tendo com o Ministério Público da Paraíba porque o modelo administrativo da Câmara Federal não tem contrariado nenhum dos órgãos controladores.

Esse, com certeza, será o grande legado da minha gestão: deixar a Assembleia organizada, tranquila, para que todos trabalhem aqui na maior tranquilidade, dentro da legalidade, para que a gente possa realmente ter uma Assembleia sempre a serviço do povo paraibano”, concluiu.
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