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É preciso ter paixão para ser professora. Conheça a história de Alcina Simplício


Nasci numa família de professores. Trabalhei muito tempo com cultura, muitos anos com quadrilha junina a frente de grupos culturais, mais tive que parar por falta de incentivo'', relatou Alcina Simplício, professora há quase 20 anos, uma mulher apaixonada pela profissão.

''Eu sempre quis ser professora. Sou graduada em jornalismo, porém me tornei professora por sonho, por meta, e ouso dizer, alguma vocação. Nesse caminho que venho trilhando constatei que existe uma profunda diferença entre dar aula e ser professora. Dar aula é muito bom. É querer compartilhar conhecimento, propagar a informação. Dar aula exige esforço, dedicação, preparo'', disse a professora Alcina.

Para Alcina, existe uma imensa distância entre ''dar aula'' e ser professora. Porque dar aula é uma atividade, mais ser professora é muito mais do que isso. ''Ser professora é, muito antes de ser uma profissão, umas das formas mais genuínas do amor'', finalizou Alcina Simplício.


Como já dizia o grande mestre Paulo Freire, ''eu nunca poderia pensar em educação sem amor. É por isso que a jovem Alcina se considera uma educadora, acima de tudo porque sente amor pelo o que faz. A professora Alcina está na chuva para se molhar, para se arriscar diariamente. Para sofrer com as derrotas e vibrar com as vitórias dos alunos. Para corrigir provas como quem assiste um jogo de futebol, se lamentando quando um craque chuta a bola no travessão. Desacreditando quando um perna de pau acerta a bola no ângulo.

Professora se envolve, mesmo quando tenta evitar. Professora se perde no cronograma. Não está lá só para cumprir horário e currículo. Está lá para parar a cada dúvida, para ensinar não só a matéria, mais ensinar o melhor do pouco- ou muito- que sabe sobre a vida, assim é o perfil da professora Alcina Simplício, no lance de amor com a sua profissão.

Repórter Eli Cavalcante















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