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Dois são agredidos em carreata pró Haddad, em João Pessoa, na Paraíba


Pelo menos duas pessoas relataram ter sido agredidas, na tarde de ontem, sábado (13), durante uma carreata em favor da chapa candidata à Presidência formada por Fernando Haddad (PT) e Manuela D’Ávila (PCdoB). O ato partiu do bairro dos Bancários e percorreu alguns locais da Zona Sul da Capital.

Em meio às manifestações de apoio aos candidatos de esquerda, houve atitude de repulsa à chapa e duas mulheres foram ofendidas, além de um homem ter tido o dedo quebrado, por eleitor contrário a Haddad.

“Passou um homem de moto por nós e gritou “Haddad é meu p…!” Aí minha colega respondeu “Tá podendo, hein?” “, disse uma das manifestantes agredidas verbalmente. Durante o ato houve adesivagem e distribuição de panfletos.

Na última quinta-feira (11) foi o carro do próprio presidenciável Fernando Haddad que foi vítima da intolerância de eleitores pró Bolsonaro. Paulo Teixeira, vice-presidente nacional do PT, falou sobre o assunto em uma rede social. O deputado afirmou que os manifestantes teriam impedido a saída do veículo em que o presidenciável estava.

"Atenção! Um carro com gente do Bolsonaro acaba de fechar o carro com o Haddad dentro. A polícia Federal parou o motorista e prendeu a sua carta. Uma campanha violenta!", escreveu Paulo no Twitter.

A assessoria de imprensa de Fernando Haddad esclareceu que, na verdade, o incidente ocorreu na manhã de quinta, durante um evento oficial do candidato com a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em Brasília. Três homens em uma caminhonete  bloquearam a passagem quando a comitiva tentava deixar o local.

A situação só foi resolvida com a intervenção da Polícia Federal, que dispersou os manifestantes. Os agentes, porém, não teriam retido documentos dos homens ou os levado para prestar esclarecimentos. Não foi registrado boletim de ocorrência e os manifestantes não foram identificados.
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